quarta-feira, 24 de junho de 2015

Como e porquê me tornei um usuário Linux...

Hoje vou dizer um pouco sobre minhas primeiras impressões, primeiros contatos e qual distro resolvi utilizar.


No meu curso recém finalizado de informática, meus professores favoritos são usuários experientes, um deles profissional, nessa paradinha manera. Partindo daí comecei a desenvolver um certo interesse na plataforma por alguns motivos:
  • Abandonar a pirataria, não que isso me incomode, inclusive tenho bons argumentos pra ser a favor em alguns casos;
  • Aprender algo novo sempre esteve em meus planos em todas as perspectivas, inclusive na informática. Na real, Windows estava ficando fácil demais.
  • Abandonar meu vício em jogos.
  • Desenvolver sistemas web com maior facilidade, menos distração e tudo mais.
  • Ser o mais hipster não modinha possível.
Escolhi então, em meados de dezembro de 2013, testar o Fedora, por recomendação de um colega do curso. Achei muito feia e confusa a interface (garoto mimado de Windows) então fui la e instalei o Ubuntu 13.10.

Muitas luas depois (uns 6 meses de uso) fui induzido a instalar o Visual Studio (não, não sei usar o Mono) e minha máquina virtual ficava com uma memória ridícula por limitações da máquina física, logo fui praticamente obrigado a formatar meu computador e colocar o tal do Windows picudo novamente.

Após terminar o curso não deu outra, instalei aquela merda (no bom sentido) de Ubuntu e virei um cara alucinaaaado naquilo.

~~2 meses depois

Não aguentei, instalei o Windows pra poder jogar (com dual boot), mas por preguiça nem usava mais o Ubuntu.

Semana passada, depois de aproximadamente 4 meses sem encostar numa máquina com Linux, achei legal testar algo diferente de novo e depois de muitos testes, acabei no Ubuntu novamente. Estou pensando no Mint, mas não me parece oferecer o mesmo material na internet que o Ubuntu, uma vez que é a mais utilizada distro já criada pelo homem.

É isso, vem fazer parte desse mundo também, é de grates!

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Parem o mundo, preciso descer...

O que aconteceu? Estamos em junho? De 2015? Gente? Oi?


O ano está passando tão rápido que não faço ideia do que está acontecendo. Terminei ontem meu ensino médio, prometi pra mim mesmo que faria cursinho e passaria numa faculdade federal. O que aconteceu foi que no começo do ano eu estava de férias, comecei a namorar, comecei minha vida "de fato". Depois disso aproveitei como deveria duas incríveis semanas no cursinho (isso ainda em fevereiro) e desde então venho me tornando um chamado pela sociedade... Como é mesmo produção?! Ah, isso. UM VAGABUNDO.

Não tenho culpa. Não sei se quero passar 40 anos da minha vida trabalhando, dando dinheiro pra um cara que não sei quem é pra gastar com coisas que ele não precisa. Decidi então trabalhar com pesquisa numa universidade. Tenho que ralar meu cu pra isso? Tenho, mas é algo que gera algum bem pra sociedade em geral pelo menos.

Coloquei na minha cabeça que farei uma faculdade paga, em cinco anos no máximo eu termino e a partir daí farei meu mestrado, doutorado e me torno professor além de ser um cientista que pesquisa maneiras de melhorar o desenvolvimento da inteligência artificial voltada à próteses mecânicas. Acho que é uma boa. Vou ajudar pessoas trabalhando com algo que me imagino bem. Gosto dessa ideia e é isso que farei.

Mas com tudo isso, esse ano fica ocioso e é difícil lidar com todos dizendo que sou vagabundo e não faço nada. Vejo meus amigos fazendo direito e lendo literatura medieval dizendo que são cultos. Será que gostam mesmo disso? Agora mesmo estou pesquisando maneiras de criar minha própria distribuição Linux, eu gosto disso e me sentiria feliz trabalhando com algo do tipo diferentemente de muitas pessoas que fizeram desse ano o mais "produtivo" de suas vidas.

Por que "produtivo" entre aspas? Pensem. Elas estão estudando como dar dinheiro pra um cara que não conhecem pra gastar com coisas que não precisam. 

É, acho que já deu. Sou vagabundo? Sim. Por enquanto. Esperem...