domingo, 13 de dezembro de 2015

Como comecei a escrever | Um ano de Leite With Toddy

Nesse mês de Dezembro estamos (a ideia e a prática do blog, por isso no plural, BEATXES!) completando um lindo ano de muita melancolia e longas pausas devido à falta de ânimo. Pra comemorar decidi escrever um texto sobre como comecei a escrever, não quando comecei de fato, nem lembro desse dia na verdade, mas como comecei a montar ideias através de palavras.



Há algum tempo, meados de 2012, comecei a dar mais atenção às aulas de português, literatura e redação no ensino médio. Eram essas as matérias que mais me destacava e todos ficavam abismados com minhas notas ótimas com os professores mais chatos da escola. 

Tive uma professora, que apesar de ter um sério problema de não conseguir se impor, foi a melhor professora que tive. Toda semana dava um tema de redação diferente, no estilo de vestibular pra praticar e tentar passar numa boa faculdade salvo pela redação (não aconteceu com a maioria, óbvio, vivemos numa geração alérgica à textão). Enfim, nessas redações, certo dia, ela entregando as correções ficou abismada, sim, a professora, com a sala toda tendo tirado uma média geral de 3 numa escala de 0 à 10 e eu com um 9,5 lindão.

Perguntou ela então "Nossa, Marco, você deve ler muito jornal pra entender tanto assim dos assuntos que trago aqui"

Respondi meio sem graça que sim, quando na verdade era o contrário. Simplesmente sabia desenvolver as ideias ali na hora, juntar os pedaços, as manchetes e desenvolver opiniões fortes e coerentes. Fechava os ouvidos pro mundo e largava a mão solta, no final sempre saia algo legal.

Vai ver que é um dom, não sei...

Desde então tento escrever o máximo possível. Textos de autoajuda, crônicas, contos, poemas (why not?!), músicas, cartas pra minha namorada, posts no facebook e em vários blogs soltos por ai...

Foi assim. Em 2014 criei esse blog aqui e é o qual pretendo ficar por um bom tempo. Não divulgando nem seguindo modinhas, apenas me abrindo e soltando a mão no teclado.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Borboletas...

Esse sentimento de mudanças me assusta um pouco...


Primeiro ano em muitos que não sinto frio na barriga na ultima semana de férias.
Primeira vez namorando.
Primeira semana no primeiro emprego.
Primeiro ano fora da escola.

São muitas primeiras vezes de coisas que nem fazia ideia que seriam desse jeito. 

Nunca sairia bem de situações, brigas e discussões das quais eu nunca dei moral, da mesma forma que hoje passo por situações que parecem nunca terminar. 


Muitas coisas mudando muito rápido acabam influenciando meu humor e colocando muito a perder. 


O que me conforta é que já passei por isso e sei que vou conseguir passar numa boa, a questão não é nem "quando", é "como"...

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Como e porquê me tornei um usuário Linux...

Hoje vou dizer um pouco sobre minhas primeiras impressões, primeiros contatos e qual distro resolvi utilizar.


No meu curso recém finalizado de informática, meus professores favoritos são usuários experientes, um deles profissional, nessa paradinha manera. Partindo daí comecei a desenvolver um certo interesse na plataforma por alguns motivos:
  • Abandonar a pirataria, não que isso me incomode, inclusive tenho bons argumentos pra ser a favor em alguns casos;
  • Aprender algo novo sempre esteve em meus planos em todas as perspectivas, inclusive na informática. Na real, Windows estava ficando fácil demais.
  • Abandonar meu vício em jogos.
  • Desenvolver sistemas web com maior facilidade, menos distração e tudo mais.
  • Ser o mais hipster não modinha possível.
Escolhi então, em meados de dezembro de 2013, testar o Fedora, por recomendação de um colega do curso. Achei muito feia e confusa a interface (garoto mimado de Windows) então fui la e instalei o Ubuntu 13.10.

Muitas luas depois (uns 6 meses de uso) fui induzido a instalar o Visual Studio (não, não sei usar o Mono) e minha máquina virtual ficava com uma memória ridícula por limitações da máquina física, logo fui praticamente obrigado a formatar meu computador e colocar o tal do Windows picudo novamente.

Após terminar o curso não deu outra, instalei aquela merda (no bom sentido) de Ubuntu e virei um cara alucinaaaado naquilo.

~~2 meses depois

Não aguentei, instalei o Windows pra poder jogar (com dual boot), mas por preguiça nem usava mais o Ubuntu.

Semana passada, depois de aproximadamente 4 meses sem encostar numa máquina com Linux, achei legal testar algo diferente de novo e depois de muitos testes, acabei no Ubuntu novamente. Estou pensando no Mint, mas não me parece oferecer o mesmo material na internet que o Ubuntu, uma vez que é a mais utilizada distro já criada pelo homem.

É isso, vem fazer parte desse mundo também, é de grates!

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Parem o mundo, preciso descer...

O que aconteceu? Estamos em junho? De 2015? Gente? Oi?


O ano está passando tão rápido que não faço ideia do que está acontecendo. Terminei ontem meu ensino médio, prometi pra mim mesmo que faria cursinho e passaria numa faculdade federal. O que aconteceu foi que no começo do ano eu estava de férias, comecei a namorar, comecei minha vida "de fato". Depois disso aproveitei como deveria duas incríveis semanas no cursinho (isso ainda em fevereiro) e desde então venho me tornando um chamado pela sociedade... Como é mesmo produção?! Ah, isso. UM VAGABUNDO.

Não tenho culpa. Não sei se quero passar 40 anos da minha vida trabalhando, dando dinheiro pra um cara que não sei quem é pra gastar com coisas que ele não precisa. Decidi então trabalhar com pesquisa numa universidade. Tenho que ralar meu cu pra isso? Tenho, mas é algo que gera algum bem pra sociedade em geral pelo menos.

Coloquei na minha cabeça que farei uma faculdade paga, em cinco anos no máximo eu termino e a partir daí farei meu mestrado, doutorado e me torno professor além de ser um cientista que pesquisa maneiras de melhorar o desenvolvimento da inteligência artificial voltada à próteses mecânicas. Acho que é uma boa. Vou ajudar pessoas trabalhando com algo que me imagino bem. Gosto dessa ideia e é isso que farei.

Mas com tudo isso, esse ano fica ocioso e é difícil lidar com todos dizendo que sou vagabundo e não faço nada. Vejo meus amigos fazendo direito e lendo literatura medieval dizendo que são cultos. Será que gostam mesmo disso? Agora mesmo estou pesquisando maneiras de criar minha própria distribuição Linux, eu gosto disso e me sentiria feliz trabalhando com algo do tipo diferentemente de muitas pessoas que fizeram desse ano o mais "produtivo" de suas vidas.

Por que "produtivo" entre aspas? Pensem. Elas estão estudando como dar dinheiro pra um cara que não conhecem pra gastar com coisas que não precisam. 

É, acho que já deu. Sou vagabundo? Sim. Por enquanto. Esperem...

domingo, 3 de maio de 2015

Finalmente 18!

Ok, escrevi isso na semana do dia 17 de Abril, não sei muito bem o dia, mas aqui estamos!


Não sei até que ponto estar nas vésperas do meu aniversário de 18 anos de idade é bom.

No Brasil essa é a maioridade parcial, ao menos eu chamo desta maneira. Significa que somos responsáveis pelos nossos atos e pensamentos, punidos por eles caso necessário (recentemente isso foi revisado e infelizmente diminuído para 16 anos), temos "liberdade" para fazer a maioria das coisas que podem ser feitas com apenas um porem: Ainda temos pessoas responsáveis por nós. Só temos a total liberdade que convenhamos, não faz a menor diferença, com 21 anos!

O que eu sinto com tudo isso? Um leve arrependimento do que deixei de fazer enquanto criança/adolescente misturado com uma "melancolia do Fantástico" e uma reação de deboche.

 -  Melancolia do Fantástico: Aquele sentimento de ódio, rancor, dor de barriga e tristeza que você tem ao assistir o Fantástico na Globo e pensar na semana que está por vir. -

Há muito tempo assisti um vídeo que falava um pouco sobre o números, quantidades, valores... (tenho um certo tesão pelo cara que fez esse vídeo, mas isso não vem ao caso), se ainda estiver disponível vou colocar aqui no post.


O que quero dizer com isso tudo é: Idades, dinheiro, gols numa partida de futebol... Tudo são apenas números.

Uma hora você ganha, outra hora perde. As vezes ganhar e perder é a mesma coisa quando se trata de polaridade magnética. As vezes ganhar e perder tem o mesmo valor, como quando se trata de idade. Tudo isso são apenas representações quantitativas para algo supostamente importante.

Com 18 anos, nada do que você fará vai ser diferente do que já poderia ter feito. Por que? IDADE É SÓ UM NÚMERO!

A pessoa que você foi com 15 anos pode ser a mesma com 18, 23, 40, 78... É sempre você.

As ideias amadurecem, mudam, criam-se opiniões, são feitos caminhos diferentes, você se arrepende, sente orgulho, mas quem está passando por tudo isso? Ahh, é você. Com quantos anos? Não importa!

Nada, nem uma idade pode tirar sua personalidade de você. Ela pode evoluir, mas mudar, nunca! Seja infantil com 30 anos, perverso com 8, idoso com 19, um adolescente com 80. Seja apenas você e faça valer a pena as decisões que você tomou no passado. Se realmente não valeram... Cara, toca o bonde e seja feliz! O mundo ainda gira. Nenhum erro seu vai fazer a vida humana se extinguir (eu acho).

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Por que tudo está tão no piloto automático?

Bom dia!

Estava eu lendo um livro sobre René Descartes e descobri que ele resolveu desenvolver seus raciocínios e pensamentos por um único motivo: o tédio.
Foi se aproveitando disso (e algumas outras coisas, tipo um sonho) que tirou tempo pra se dedicar à escrita e reflexão. Aquela frase bem comum nos dias de hoje, "... Essa pessoa não tinha nada melhor pra fazer", fez completo sentido agora. Era realmente isso.

Aos interessados, ele era um militar, não faço ideia de que patente ou divisãonão importa. Ele estava num recesso, sem emprego, sem relacionamentos amorosos, sem amigos, aparentemente sem família e com nenhuma fonte de entretenimento resolveu dedicar seu tempo ocioso à reflexões sobre algumas dúvidas sobre a vida.

Isso me fez pensar: será que o grande motivo de não existirem vários grandes pensadores hoje em dia é justamente a falta de tempo ocioso?

Talvez por culpa da internet e até mesmo antes disso lá quando o rádio ficou popular, estamos sendo entretidos à todo momento. Seja por outdoors, programas de TV e rádio, as próprias redes sociais, blogs como esse... 

Quase nunca paramos pra pensar na vida, como ela se desenvolve ou por que estamos onde estamos, como chegamos aqui. São questões importantes? Talvez. Mas o mais importante é que a capacidade de parar tudo e refletir sobre as situações importantes na nossa vida antes de se tomar decisões vêm ficando cada vez mais difícil. Fazemos tudo no piloto automático e definitivamente isso não é bom.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Não sou obrigado! Falou ai

Caralho, fazem cinco dias que não posto nada e juro que tinha postado algo ontem... Tá foda esse tempo passando rápido.

Hoje tentei atualizar o design do blog, fazer um negocio mais moderno, de certa forma mais agradável ao marketing ( ͡° ͜ʖ ͡°) afinal, ninguém se interessaria em acessar, quanto mais anunciar nessa bagaça que chamo de blog.

Como eu quero levar esse negocio pra frente tanto quanto meu canal de vlogs no YouTube, vou ter que dar um jeito de deixar isso tudo visualmente bonito e profissional parando de postar essas coisas de menininha depressiva e colocar mais informação e opinião sobre as coisas que gosto de ler e acompanhar, vulgo tecnologia, comunicação e manifestações religiões em geral (incluo nessa ocultismo, ateísmo, agnosticismo e coisas desse tipo).

Enfim, tentando deixar tudo mais bonito e moderno me deparei com alguns probleminhas na hora de personalizar a página, o blogger não te da muita liberdade de trabalhar com CSS então não conseguia deixar 100% do meu jeito. Isso me levou a pensar no que estou fazendo no blogger se eu quero tanto uma liberdade que me permita editar a página toda do meu jeito e a resposta é essa:

EU NÃO TENHO SACO DE CODIFICAR TUDO!!!

Ai aquietei a periquita e aceitei que vou deixar assim mesmo até encontrar algum modelo pré definido do próprio blogger. 

É isso, só pra não deixar o blog jogado às traças até fevereiro, que é quando vou TRABALHAR PRA PORRA e levar pra frente os projetos estagnados.